Câmara de SP quer regularizar antenas da telefonia celular
Da Redação em 7 outubro, 2009
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integrantes da CPI de Danos Ambientais, da Câmara Municipal, discutiram, nesta terça-feira (06/10), a instalação irregular de antenas de telefonia celular pela cidade de São Paulo.
Há estações de rádio-base (equipamentos que fazem a conexão entre telefones celulares) em locais não permitidos pela legislação, como creches, hospitais e locais tombadas pelo patrimônio. Sobre isso, o vereador Paulo Frange (PTB) afirmou que há uma lei específica, a 13.756, de janeiro de 2004, aprovada pela Câmara Municipal, que determina os pré-requisitos para a instalação das antenas no município. “Apesar disso, as operadoras estão instalando suas estações de rádio-base como querem. Estima-se que 70% delas são irregulares”, ressaltou.
Segundo Frange, a Anatel tem o poder de desligar na hora o sinal das antenas irregulares. “Tem, mas não faz”, reagiu. “Demos aqui três exemplos de irregularidades, cujas antenas estão em franco funcionamento: na esquina da Avenida São João com a Alameda Glete, no Autódromo de Interlagos e no Relógio do Jaguaré”.
Contaminação por alumínio
A CPI apurou o fim da contaminação do solo e das água causada por empresas recicladoras de alumínio que estavam instaladas na região da Estrada do Palanque, próxima ao Córrego Aricanduva, em São Mateus, na zona leste.
A informação foi anunciada pela coordenadora da Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), Inês Suarez Romano. A ação desenvolvida pela Covisa desde 2004 na região fez com as empresas de reciclagem de alumínio encerrassem suas atividades em São Mateus.
Para Frange a descontaminação do local é importante “porque está comprovado que há uma incidência muito maior de alumínio no cérebro das pessoas que morreram com Mal de Alzenheimer ou da doença de Parkinson, conforme confirmaram as necropsia. O acúmulo do alumínio no organismo das pessoas é danoso e perigoso, pois provoca alterações de eletrocelafo, letargia e irritabilidade. Nos países que têm maior concentração de alumínio na água e no solo é maior a incidência de Alzenheimer do que nos países que não têm alumínio na água e no solo”. Com informações da CMSP.




